{"id":5513,"date":"2021-03-12T11:39:02","date_gmt":"2021-03-12T14:39:02","guid":{"rendered":"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/?p=5513"},"modified":"2021-03-25T04:56:43","modified_gmt":"2021-03-25T07:56:43","slug":"egressos-do-acolhimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/egressos-do-acolhimento\/","title":{"rendered":"Egressos do acolhimento"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><span style=\"color: #000000;\">Como \u00e9 viver em uma institui\u00e7\u00e3o? O que acontece quando um jovem completa 18 anos e tem que sair do abrigo pra tocar sua pr\u00f3pria vida? Quais s\u00e3o as marcas desse per\u00edodo complexo, conturbado e cheio de incertezas para aqueles que passaram por servi\u00e7os de acolhimento no Brasil? A pesquisa \u201cMinha vida fora dali\u201d, realizada pelo<\/span> <a href=\"https:\/\/www.convivencia.org.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Movimento Nacional Pr\u00f3-Conviv\u00eancia Familiar e Comunit\u00e1ria<\/a><span style=\"color: #000000;\">, com coordena\u00e7\u00e3o da Doutora em Psicologia Luciana Cassarino-Perez, buscou justamente trazer \u00e0 tona a perspectiva desses jovens, egressos do acolhimento, com suas experi\u00eancias, dores, opini\u00f5es e expectativas sobre o pr\u00f3prio processo que viveram.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">\u201cN\u00e3o faria sentido n\u00e3o ouvir os jovens, que s\u00e3o os verdadeiros especialistas sobre o tema. Devemos considerar a perspectiva deles, como protagonistas desse processo\u201d, ressalta a pesquisadora Luciana Cassarino-Perez.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">Trata-se de um estudo precioso, realizado em plena pandemia do Coronav\u00edrus e conclu\u00eddo recentemente, que retrata problemas conhecidos, mas sob o vi\u00e9s in\u00e9dito de quem sofre na pele as defici\u00eancias do sistema de acolhimento no Brasil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">\u201cEssa escuta \u00e9 muito importante porque temos pouqu\u00edssimas pesquisas no Brasil sobre os egressos do acolhimento. O tema \u00e9 muito estudado, principalmente na Am\u00e9rica do Norte e Europa. Mas no Brasil, ainda n\u00e3o. Fundamental ter base cient\u00edfica para se pensar em estrat\u00e9gias para atender a esses jovens\u201d, avalia Luciana.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><span style=\"color: #000000;\">O estudo traz, a partir das vis\u00f5es dos pr\u00f3prios envolvidos, os pontos positivos e negativos e sugest\u00f5es do que precisa ser feito, no que se refere ao apoio \u00e0s fam\u00edlias de origem, ao reordenamento dos servi\u00e7os de acolhimento e ao apoio \u00e0 crian\u00e7a e adolescente no processo de<\/span> <a href=\"https:\/\/adocaopassoapasso.com.br\/adocao-tardia\/o-que-e-adocao-tardia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ado\u00e7\u00e3o<\/a><span style=\"color: #000000;\">.<\/span><\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_5509\" aria-describedby=\"caption-attachment-5509\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5509 size-full\" src=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/minha-vida-fora-dali-1.jpg\" alt=\"minha vida fora dali 1\" width=\"500\" height=\"333\" srcset=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/minha-vida-fora-dali-1.jpg 500w, https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/minha-vida-fora-dali-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/minha-vida-fora-dali-1-370x246.jpg 370w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5509\" class=\"wp-caption-text\">Minha Vida Fora Dali: Palavras mais utilizadas pelos jovens durante as entrevistas.<\/figcaption><\/figure>\n<h2><\/h2>\n<h2><strong>A entrada nos servi\u00e7os e o acompanhamento familiar<\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><span style=\"color: #000000;\">Grande parte dos entrevistados relatou que a entrada nos servi\u00e7os de acolhimento ocorreu abruptamente, quando a situa\u00e7\u00e3o j\u00e1 estava muito cr\u00edtica e sem que eles se dessem conta das raz\u00f5es do<\/span> <a href=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/destituicao-do-poder-familiar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">afastamento da sua fam\u00edlia de origem<\/a><span style=\"color: #000000;\">. H\u00e1 inclusive relatos de separa\u00e7\u00e3o de irm\u00e3os, sem qualquer tipo de preparo.<\/span><\/span><\/p>\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"font-size: 18pt;\">\u201c&#8230; Eles chegaram l\u00e1 em casa, conversaram com a minha m\u00e3e, conversaram comigo, e pegaram minhas coisas, e j\u00e1 me levaram pro abrigo. Entendeu? Eles chegaram l\u00e1 e j\u00e1 me levaram.\u201d <em>Tulipa (nome fict\u00edcio), Par\u00e1, 18 anos<\/em><\/span><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><span style=\"color: #000000;\">Quanto ao<\/span> <a href=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/a-forca-da-convivencia-familiar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">contato com os familiares<\/a><span style=\"color: #000000;\">, quando ainda estavam nos abrigos, alguns jovens relataram n\u00e3o receber visitas ou visitar seus familiares, ao passo que outros relataram visitas espor\u00e1dicas, e poucos revelaram que o contato foi mantido durante todo o acolhimento. S\u00e3o relatos de solid\u00e3o, da falta de algu\u00e9m para conversar sobre o que se estava sentindo. E aqueles que mantiveram o contato com sua fam\u00edlia extensa, como por exemplo os av\u00f3s, destacam a import\u00e2ncia dessas rela\u00e7\u00f5es.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">Falando em rela\u00e7\u00f5es familiares, muitos jovens foram cr\u00edticos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 falta de acompanhamento \u00e0s fam\u00edlias, durante o tempo em que estiveram acolhidos. Eles destacam inclusive as consequ\u00eancias desse fato, como a falta de busca de informa\u00e7\u00f5es por parte dos pais biol\u00f3gicos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">Nas tentativas de reintegra\u00e7\u00e3o familiar, infelizmente a hist\u00f3ria se repete. N\u00e3o foram raros os relatos de processos realizados de forma arbitr\u00e1ria, sem uma eficiente avalia\u00e7\u00e3o psicossocial \u2013 e claro que esses processos n\u00e3o foram bem-sucedidos. Em contrapartida, as experi\u00eancias de retorno \u00e0 fam\u00edlia de origem que deram certo estiveram sempre atreladas ao acompanhamento constante das equipes t\u00e9cnicas.<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_5510\" aria-describedby=\"caption-attachment-5510\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5510 size-full\" src=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/minha-vida-fora-dali-2.jpg\" alt=\"minha vida fora dali 2\" width=\"500\" height=\"333\" srcset=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/minha-vida-fora-dali-2.jpg 500w, https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/minha-vida-fora-dali-2-300x200.jpg 300w, https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/minha-vida-fora-dali-2-370x246.jpg 370w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5510\" class=\"wp-caption-text\">Egressos do acolhimento: relatos de solid\u00e3o.<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2><strong>Acolhimento institucional<\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">Um dos temas centrais, o acolhimento institucional, constitui uma das experi\u00eancias mais impactantes para todos os entrevistados. Alguns deles passaram por quatro ou mais abrigos ao longo de sua trajet\u00f3ria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><span style=\"color: #000000;\">As observa\u00e7\u00f5es dos jovens v\u00e3o desde a infraestrutura dos locais \u2013 alguns com condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias de instala\u00e7\u00f5es e higiene \u2013 at\u00e9 a grande quantidade de acolhidos. Algumas casas de acolhimento tinham mais de 20 crian\u00e7as e adolescentes<\/span><a href=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/acolhimento-familiar-x-acolhimento-institucional\/\"> institucionalizados<\/a><span style=\"color: #000000;\">, \u00a0o que n\u00e3o \u00e9 permitido por lei. Esta \u00e9 uma das principais cr\u00edticas ao acolhimento institucional, pois torna imposs\u00edvel a aten\u00e7\u00e3o individualizada, o que refor\u00e7a a import\u00e2ncia e<\/span> <a href=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/acolhimento-familiar-e-prioritario\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">prefer\u00eancia ao Acolhimento Familiar<\/a><span style=\"color: #000000;\">.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">Nos abrigos, os jovens estabeleceram sim v\u00ednculos com membros da equipe de cuidadores, por\u00e9m, por se tratar do ambiente de trabalho dessas pessoas, o v\u00ednculo n\u00e3o foi mantido. E em alguns casos, o despreparo dos profissionais interferiu negativamente no cuidado com os acolhidos.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-size: 18pt;\"><strong>Os jovens afirmaram que muitas vezes suas opinio\u0303es na\u0303o foram consideradas e que na\u0303o ocuparam o lugar de protagonistas na tomada de deciso\u0303es sobre suas pro\u0301prias vidas. Ale\u0301m disso, apontaram a necessidade de que as crianc\u0327as e adolescentes sejam mais instrui\u0301dos sobre seus direitos, sobre seus processos e servic\u0327os ou poli\u0301ticas de apoio aos acolhidos. <\/strong><\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"color: #000000; font-size: 14pt;\">A prepara\u00e7\u00e3o para a vida adulta tamb\u00e9m foi objeto de cr\u00edticas. De forma geral, os jovens relatam que os servi\u00e7os priorizam a inser\u00e7\u00e3o no mercado de trabalho, com pouco ou nenhum suporte para outros aspectos da vida di\u00e1ria, como educa\u00e7\u00e3o financeira, realiza\u00e7\u00e3o das tarefas dom\u00e9sticas e manuten\u00e7\u00e3o dos estudos.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-size: 18pt;\"><strong><em>\u201c&#8230; Muita coisa eu tive que aprender na marra e tambe\u0301m no medo ne\u0301? Medo de fazer 18 anos e como e\u0301 que eu vou me virar la\u0301 fora.\u201d <\/em><\/strong><em>Taurus (nome fict\u00edcio), Sa\u0303o Paulo, 20 anos<\/em><\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">H\u00e1 sim relatos positivos em rela\u00e7\u00e3o ao apoio psicol\u00f3gico, primordial para os egressos dos abrigos. No entanto, o estudo observa que o acolhimento institucional n\u00e3o se mostrou uma experi\u00eancia totalmente positiva para nenhum dos 27 jovens entrevistados, ainda que tenha cumprido sua fun\u00e7\u00e3o protetiva.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">\u201cExiste uma lacuna nesta transi\u00e7\u00e3o\u201d, pontua Luciana. \u201cEm situa\u00e7\u00f5es de vulnerabilidade, o jovem vem sendo protegido e amparado em diversas frentes at\u00e9 os 18 anos. Depois, s\u00e3o raros os exemplos de acompanhamento e continuidade desse cuidado. Tamb\u00e9m n\u00e3o existem mais dados, de como eles est\u00e3o, o que aconteceu. Tornam-se invis\u00edveis.\u201d<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_5511\" aria-describedby=\"caption-attachment-5511\" style=\"width: 500px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5511 size-full\" src=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/minha-vida-fora-dali-3.jpg\" alt=\"minha vida fora dali 3\" width=\"500\" height=\"333\" srcset=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/minha-vida-fora-dali-3.jpg 500w, https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/minha-vida-fora-dali-3-300x200.jpg 300w, https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/03\/minha-vida-fora-dali-3-370x246.jpg 370w\" sizes=\"auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-5511\" class=\"wp-caption-text\">V\u00ednculos s\u00e3o de extrema import\u00e2ncia, seja com padrinhos, irm\u00e3os mais velhos, educadores ou pais adotivos.<\/figcaption><\/figure>\n<h2><\/h2>\n<h2><strong>Acolhimento familiar e conviv\u00eancia comunit\u00e1ria<\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><span style=\"color: #000000;\">Quando questionados sobre o<\/span> <a href=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/acolhimento-familiar-de-adolescentes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Acolhimento Familiar<\/a><span style=\"color: #000000;\">, a maioria dos participantes do estudo nunca teve contato com fam\u00edlias acolhedoras, e sequer sabia da exist\u00eancia dessa modalidade. Dos 27 entrevistados, apenas 3 passaram por servi\u00e7os de Acolhimento Familiar. Eles trazem relatos dos benef\u00edcios dessa transi\u00e7\u00e3o gradual para a vida em sociedade, mas tamb\u00e9m de muitas trocas de fam\u00edlia acolhedora e at\u00e9 de viol\u00eancias, evidenciando a constante necessidade de preparo e acompanhamento por parte das equipes t\u00e9cnicas respons\u00e1veis.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">\u201cMuito contundente a necessidade de avan\u00e7ar na implanta\u00e7\u00e3o do acolhimento em fam\u00edlias acolhedoras, que no Brasil representa apenas 4% do acolhimento. Isso \u00e9 refor\u00e7ado na pesquisa pelos relatos: os jovens fazem essa transi\u00e7\u00e3o para a vida adulta com pouca autonomia, poucas experi\u00eancias da vida cotidiana e viv\u00eancia comunit\u00e1ria.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><span style=\"color: #000000;\">Embora a conviv\u00eancia comunit\u00e1ria seja garantida por lei, foram relatados poucos v\u00ednculos fora dos abrigos. A exce\u00e7\u00e3o s\u00e3o os casos em que houve<\/span> <a href=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/o-que-e-apadrinhamento-afetivo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">apadrinhamento afetivo<\/a><span style=\"color: #000000;\">, proporcionando algum conv\u00edvio social.<\/span><\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-size: 18pt;\"><strong>\u201cEu tinha 17 anos quando conheci minha madrinha do apadrinhamento afetivo. Eu conheci ela no momento assim, sabe quando voce\u0302 quer desistir, e desiste mesmo de tudo na vida? Ela foi a luz no fim do tu\u0301nel, foi minha a\u0302ncora. <\/strong><em>(Rosa (nome fict\u00edcio), Distrito Federal, 24 anos).<\/em><\/span><\/p><\/blockquote>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">Como dissemos anteriormente, a vontade de fazer parte de outros contextos e a falta de apoio de adultos como refer\u00eancia s\u00e3o pontos centrais das cr\u00edticas dos jovens, sejam eles padrinhos, irm\u00e3os mais velhos, educadores ou pais adotivos. Embora alguns tenham contado com educadores como refere\u0302ncia nos seus processos de transic\u0327a\u0303o, os jovens consideram que na\u0303o tiveram o apoio formal que precisaram por parte das institui\u00e7\u00f5es onde moravam.<\/span><\/p>\n<blockquote><p><span style=\"font-size: 18pt;\"><strong>\u201c&#8230; numa fam\u00edlia estruturada, quando faz 18 anos, a m\u00e3e n\u00e3o fecha a porta na cara dele, \u2018tchau, agora \u00e9 com voc\u00ea\u2019. E com quem t\u00e1 no abrigo, \u00e9 assim que acontece, independente se voc\u00ea ficou l\u00e1 10 anos, ou um m\u00eas. \u00c9 tchau! A partir de agora, \u00e9 voc\u00ea e voc\u00ea. Ent\u00e3o acho que deveria sim, ter um acompanhamento p\u00f3s desligamento\u201d <\/strong>(\u00cdris, S\u00e3o Paulo, 30 anos).<\/span><\/p><\/blockquote>\n<h2><\/h2>\n<h2><strong>Ado\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h2>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">A maioria dos jovens n\u00e3o foram adotados: dos 27 entrevistados, apenas 3 foram para fam\u00edlias substitutas ap\u00f3s os 16 anos. Houve alguns relatos de ado\u00e7\u00f5es ilegais, antes de irem para o abrigo. E, um caso ainda pouco discutido pela sociedade veio \u00e0 tona no estudo: as ado\u00e7\u00f5es malsucedidas.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt; color: #000000;\">Foram v\u00e1rios os relatos das chamadas \u201cdevolu\u00e7\u00f5es\u201d, ocorridas depois de um ano de conviv\u00eancia entre os jovens e a fam\u00edlia adotiva. Quando foram questionados sobre os motivos das rupturas em casos de ado\u00e7\u00e3o, os jovens em geral relataram que as rela\u00e7\u00f5es \u201cn\u00e3o deram certo\u201d e que as fam\u00edlias tinham expectativas equivocadas em rela\u00e7\u00e3o a eles.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><span style=\"color: #000000;\">Houve consenso, entre eles, sobre a necessidade de preparar melhor as crian\u00e7as e os pretendentes que querem adotar, para evitar o rompimento de v\u00ednculos ap\u00f3s a concess\u00e3o da guarda. Muitos falam da import\u00e2ncia da<\/span> <a href=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/busca-ativa-na-adocao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">busca ativa<\/a> <span style=\"color: #000000;\">para os casos de ado\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as maiores e adolescentes, chamada de necess\u00e1ria ou<\/span> <a href=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/o-que-e-adocao-tardia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ado\u00e7\u00e3o tardia<\/a>.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 14pt;\"><span style=\"color: #000000;\">\u00c9 claro que aqui trazemos apenas uma pincelada do conte\u00fado. Para ler o material completo,<\/span> <a href=\"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/wp-content\/uploads\/2021\/01\/minha-vida-fora-dali.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">baixe o ebook aqui<\/a><span style=\"color: #000000;\">. Na pesquisa, voc\u00ea encontrar\u00e1 relatos e estudos mais aprofundados, gr\u00e1ficos e a opini\u00e3o e viv\u00eancia dos adolescentes sobre todos esses temas e o que eles pensam sobre o trabalho das Varas de Inf\u00e2ncia e Juventude. E tamb\u00e9m uma s\u00edntese sobre os principais problemas encontrados e sugest\u00f5es para solucion\u00e1-los. Vale a pena ler!<\/span><\/span><\/p>\n<p><em><span style=\"font-size: 12pt;\">*Imagens: Freepik<\/span><\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como \u00e9 viver em uma institui\u00e7\u00e3o? O que acontece quando um jovem completa 18 anos e tem que sair do abrigo pra tocar sua pr\u00f3pria vida? 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