{"id":3354,"date":"2017-05-16T14:36:33","date_gmt":"2017-05-16T17:36:33","guid":{"rendered":"http:\/\/lighthouse.ancorathemes.com\/?p=94"},"modified":"2021-03-25T04:46:03","modified_gmt":"2021-03-25T07:46:03","slug":"estilos-de-parentalidade-na-adocao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/geracaoamanha.org.br\/teste\/estilos-de-parentalidade-na-adocao\/","title":{"rendered":"Estilos de parentalidade na ado\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Quais s\u00e3o e qual o melhor estilo de parentalidade no processo de ado\u00e7\u00e3o. Como reverter o clima inibidor, inerente \u00e0 realidade da crian\u00e7a adotiva.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px; color: #000000;\"><em>Por Luciano Gamez, psic\u00f3logo, professor e pesquisador.<\/em><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Ao nascer uma crian\u00e7a, nasce um pai e uma m\u00e3e. Existe um processo intr\u00ednseco, que mobiliza o pai internalizado de cada um. E \u00e0s vezes, o modelo que temos n\u00e3o \u00e9 necessariamente bom.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Como filho, nem sempre aprovamos a forma como fomos criados e, n\u00e3o raro, questionamos e prometemos n\u00e3o repetir esse modelo.\u00a0 Mas a verdade \u00e9 que, sem percebermos, o incorporamos inconscientemente. Esse modus operandi vem \u00e0 tona no momento da paternidade\/ maternidade. E \u00e9 preciso aceitar esse papel e ter consci\u00eancia para poder agir de forma diferente com nossos filhos, sobretudo durante os primeiros anos da inf\u00e2ncia, um dos per\u00edodos mais importantes para o desenvolvimento humano.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Estudos mostram que uma por\u00e7\u00e3o significativa de nosso intelecto se desenvolve durante o primeiro ano de vida. Se as crian\u00e7as n\u00e3o experimentarem um ambiente ben\u00e9fico, elas ter\u00e3o perdido importantes oportunidades de desenvolvimento sadio.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 16px; color: #000000;\"><span style=\"font-size: 20px;\">Segundo a psicologia, existem v\u00e1rios<\/span>\u00a0<span style=\"font-size: 20px;\"><strong>estilos de parentalidade<\/strong>: o autorit\u00e1rio, o permissivo, o super protetor e o democr\u00e1tico. Normalmente, os estilos da fam\u00edlia n\u00e3o s\u00e3o iguais, gerando conflitos. Isso independe da crian\u00e7a ser adotiva ou n\u00e3o.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">No\u00a0<strong>estilo autorit\u00e1rio<\/strong>\u00a0a crian\u00e7a obedece por medo. Como consequ\u00eancia, vai resolver as coisas com base na agressividade. N\u00e3o h\u00e1 escuta e a crian\u00e7a se torna automaticamente autorit\u00e1ria. Bater, punir, xingar, humilhar e amea\u00e7ar s\u00e3o padr\u00f5es de comportamento de um estilo autorit\u00e1rio, que pode envolver o uso da viol\u00eancia e da for\u00e7a f\u00edsica (castigo f\u00edsico), for\u00e7a econ\u00f4mica (chantagem financeira\/amea\u00e7a) ou for\u00e7a emocional (deixar de demonstrar afeto).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Ao contr\u00e1rio, no\u00a0<strong>permissivo<\/strong>, a crian\u00e7a \u201cdeita e rola\u201d e a autoridade \u00e9 invertida (vem da crian\u00e7a para os pais). Igualmente, as crian\u00e7as podem exercer da for\u00e7a f\u00edsica, emocional e verbal sobre seus pais para que eles satisfa\u00e7am suas vontades. Os pais, por sua vez, n\u00e3o sabem dar limites, s\u00e3o impotentes e as crian\u00e7as tornam-se adultos que n\u00e3o aceitam o n\u00e3o como resposta.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Os pais de\u00a0<strong>estilo super protetor<\/strong>\u00a0n\u00e3o deixam a crian\u00e7a \u201ccorrer\u201d, tiram sua capacidade de aprender habilidades apropriadas para sua idade, criam uma crian\u00e7a que n\u00e3o assume responsabilidades. Como consequ\u00eancia, esta crian\u00e7a poder\u00e1 tornar-se um adulto dif\u00edcil de lidar, um filho dependente de seus pais, que n\u00e3o enfrenta o mundo, \u00e9 pouco autoconfiante.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Por fim, pais de\u00a0<strong>estilo democr\u00e1tico<\/strong>\u00a0conversam muito com seus filhos e fazem com que a crian\u00e7a entenda e respeite os limites. Baseiam-se numa rela\u00e7\u00e3o positiva buscando o respeito m\u00fatuo. Fazem com que a crian\u00e7a perceba que suas a\u00e7\u00f5es t\u00eam consequ\u00eancia. Mostram quais emo\u00e7\u00f5es sentem como resultado do seu comportamento. Quando h\u00e1 um problema, tentam uma concilia\u00e7\u00e3o. \u00c9 considerado pela psicologia o modelo mais assertivo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">No caso de pais adotivos, dificilmente eles t\u00eam no\u00e7\u00e3o do que v\u00e3o enfrentar, al\u00e9m das quest\u00f5es intr\u00ednsecas \u00e0 educa\u00e7\u00e3o. E isso \u00e0s vezes traz ang\u00fastias, geralmente mobilizadas em fun\u00e7\u00e3o desses estilos. Uma boa dica \u00e9 entender quais s\u00e3o os pr\u00f3prios limites e entender qual \u00e9 a estrutura de personalidade da crian\u00e7a.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">A forma\u00e7\u00e3o de personalidade da crian\u00e7a e, consequentemente do adulto que ela se tornar\u00e1, \u00e9 baseada, entre outras coisas, no estilo de parentalidade. \u00a0As crian\u00e7as captam os climas facilitadores ou inibidores, desde a vida intra-uterina. Mas \u00e9 principalmente nos tr\u00eas primeiros anos de vida que as viv\u00eancias desses climas ir\u00e3o determinar o modelo mental e de personalidade de cada um.<\/span><\/p>\n<h3>Clima inibidor x clima facilitador<\/h3>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Uma m\u00e3e que n\u00e3o teve um sentimento acolhedor, que rejeitou a crian\u00e7a, como \u00e9 a maioria dos casos de ado\u00e7\u00e3o, passa para a crian\u00e7a uma sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a, de falta de prote\u00e7\u00e3o. Trata-se de um clima inibidor.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">No clima facilitador, existe acolhimento, amparo, prote\u00e7\u00e3o. No inibidor, medo, desconfian\u00e7a, receio e agressividade. Importante saber que esses climas v\u00e3o interferir, l\u00e1 na frente, na personalidade e identidade (jeit\u00e3o da pessoa).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Quando a crian\u00e7a vive um clima inibidor de hostilidade e rejei\u00e7\u00e3o no per\u00edodo intrauterino (o feto n\u00e3o foi aceito e nem acolhido pela m\u00e3e), j\u00e1 nasce com um n\u00facleo esquizoide \u2013 que pode n\u00e3o ser acionado se o clima da fam\u00edlia adotiva for facilitador. A sensa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o acolhimento, de amea\u00e7a de ser destru\u00eddo, produzir\u00e1 como correspond\u00eancia ps\u00edquica uma sensa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o pertencer. \u00a0Isso provoca uma cis\u00e3o do eu, pois ao mesmo tempo em que a crian\u00e7a est\u00e1 captando os climas afetivos e interagindo com sua nova fam\u00edlia, ela tem uma sensa\u00e7\u00e3o cenest\u00e9sica (dada ao nascer) de n\u00e3o pertencer ao ambiente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Dos 0 aos 3 meses, a viv\u00eancia de clima inibidor como abandono, rejei\u00e7\u00e3o, medo, hostilidade, ansiedade e sofrimento, interfere no n\u00facleo da satisfa\u00e7\u00e3o ligado ao ato de receber. Por n\u00e3o ter sido amada ou protegida pela m\u00e3e enquanto bebezinha, a crian\u00e7a tentar\u00e1 descontar essa d\u00edvida nos outros e no mundo. Por essa raz\u00e3o, \u00e9 comum entre os adotivos um comportamento de insatisfa\u00e7\u00e3o muito grande, al\u00e9m da dificuldade de aceitar as coisas, exacerbando a percep\u00e7\u00e3o de que \u201co mundo me deve\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Entre os 3 e 8 meses de idade, a viv\u00eancia de um clima inibidor de opress\u00e3o, limita\u00e7\u00e3o e domina\u00e7\u00e3o afeta o n\u00facleo da comunica\u00e7\u00e3o, express\u00e3o, elabora\u00e7\u00e3o e cria\u00e7\u00e3o. O resultado \u00e9 um adulto que n\u00e3o se coloca adequadamente no mundo, est\u00e1 sempre entupido nas suas comunica\u00e7\u00f5es. Passa a agir como v\u00edtima, onde o mundo e os outros est\u00e3o na posi\u00e7\u00e3o de carrasco e o boicotam permanentemente. Na maioria das vezes vive se justificando ou acusando o outro por suas falhas. Gera uma pessoa com dificuldade de se auto-avaliar, que n\u00e3o se percebe, acusando sempre os outros pelos seus insucessos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">A fase dos 8 meses aos 3,5 anos est\u00e1 relacionada com no\u00e7\u00f5es de planejamento, controle e decis\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o das decis\u00f5es no ambiente. O clima inibidor de conten\u00e7\u00e3o, proibi\u00e7\u00e3o e puni\u00e7\u00e3o gera uma pessoa com dificuldade de tomar decis\u00e3o, em dizer n\u00e3o \u2013 quer controlar a situa\u00e7\u00e3o, mas acaba assumindo a situa\u00e7\u00e3o para si mesma.\u00a0 Gera pessoas com uma atitude de permanente avalia\u00e7\u00e3o e compara\u00e7\u00e3o entre ele e os outros, tendo a si pr\u00f3prio como refer\u00eancia. S\u00e3o pessoas que conversam consigo mesma frequentemente, formulando grandes di\u00e1logos mentais, e que est\u00e3o sempre cobrando do outro que seja sistem\u00e1tico e organizado. Existe uma sensa\u00e7\u00e3o de estar sobrecarregado, de ser v\u00edtima e \u201ccarregar o mundo nas costas\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">A partir dos 3,5 anos, a crian\u00e7a incorpora os modelos que ela gosta, para formar sua estrutura mental. Ela procura suas identifica\u00e7\u00f5es. Nesta fase, os est\u00edmulos s\u00e3o fundamentais para ela formar sua identidade.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">No caso da ado\u00e7\u00e3o, dependendo da idade em que a crian\u00e7a chega, ela j\u00e1 vem naturalmente com uma estrutura pronta, com hist\u00f3rico de viv\u00eancia de diversos tipos de climas inibidores gerados pela rejei\u00e7\u00e3o. Isso sem contar os efeitos da m\u00e1 alimenta\u00e7\u00e3o, alcoolismo materno, desnutri\u00e7\u00e3o, drogas etc. Se os cuidadores forem facilitadores, isso pode ser consideravelmente atenuado.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">A verdade \u00e9 que, ao adotar, recebemos um pacote do qual n\u00e3o temos muito conhecimento, uma \u201ccaixa de surpresas\u201d. A personalidade j\u00e1 traz esse n\u00facleo. Fica uma cicatriz mnem\u00f4nica (na mem\u00f3ria), segundo a neurologia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Em resumo, para uma crian\u00e7a adotiva \u00e9 fundamental promover um clima de total acolhimento, para suprir as defici\u00eancias pelo clima inibidor em que foi gerada ou criada em seus primeiros anos de idade. A ci\u00eancia comprovou que na primeira inf\u00e2ncia, at\u00e9 os 6 anos, a crian\u00e7a estabelece o m\u00e1ximo das conex\u00f5es cerebrais ao longo da vida. Ela absorve e est\u00e1 aprendendo o tempo todo. Muitos dos traumas s\u00e3o origin\u00e1rios desse per\u00edodo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 20px; color: #000000;\">Na ado\u00e7\u00e3o, o modelo facilitador \u00e9 fundamental com os cuidadores, a fam\u00edlia, a escola e at\u00e9 nas pol\u00edticas p\u00fablicas. A escola tem que ser essencialmente acolhedora para uma crian\u00e7a adotiva.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><span style=\"font-size: 16px;\"><em><strong>Luciano Gamez<\/strong><\/em><\/span><em><span style=\"font-size: 16px;\">, pai do Artur, adotado ainda beb\u00ea, \u00e9 psic\u00f3logo pela Universidade de Lisboa, com mestrado e doutorado em Engenharia de Produ\u00e7\u00e3o. Trabalha h\u00e1 20 anos com educa\u00e7\u00e3o \u00e0 dist\u00e2ncia e recentemente tornou-se analista psicodram\u00e1tico pela Escola Paulista de Psicodrama, de onde fundamenta alguns conceitos aqui tratados. Faz pesquisas no Departamento de Psiquiatria da Unidade da Primeira Inf\u00e2ncia e Adolesc\u00eancia da\u00a0<a style=\"color: #000000;\" href=\"http:\/\/www.unifesp.br\/\">Unifesp<\/a><\/span>.<\/em><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quais s\u00e3o e qual o melhor estilo de parentalidade no processo de ado\u00e7\u00e3o. Como reverter o clima inibidor, inerente \u00e0 realidade da crian\u00e7a adotiva. Por Luciano Gamez, psic\u00f3logo, professor e pesquisador. 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