Mesmo com a criação do Conselho Nacional de Adoção (CNA), a adoção no Brasil é um processo complexo e demorado, que não dá conta da demanda de candidatos nem de crianças aptas para adoção. De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a adoção é medida excepcional e só deve ocorrer quando esgotados os recursos de manutenção da criança ou adolescente na família natural ou extensa. Ou seja, a adoção é vista como última e nem sempre a melhor opção, levando em alguns casos a distorções sobre a real necessidade de uma criança ter família. Mas infelizmente, a maior parte das crianças abrigadas não têm como ser reintegradas às suas famílias biológicas  e tampouco  são colocadas para adoção. O prazo de 18 meses como tempo máximo de acolhimento institucional está distante da realidade – muitas crianças permanecem a maior parte da sua vida em instituições. Para saber mais clique em SITUAÇÃO ATUAL e também em DADOS & FATOS.

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